É na seda dos dedos que o nosso corpo se demora
Como rosas florescendo numa tempestade vulcânica
É no mar dos olhos que o nosso amor desflora
As promessas eternas segredadas em surdina.
E nem o oásis se retrai com a tempestade
Tão pouco os gemidos deformam os nossos sonhos
Por isso amor, entra em mim… à vontade,
Que eu quero explodir e renascer nos teus braços!
Afogar-me nua, nessa cascata que me aquece,
Beber o teu amor em cálices de tília que embriaga
E mesmo que desfaleça, sei que não esqueces
Que as nossas noites, se enfeitam de cavalgadas...
VÓNY FERREIRA
*"Outrora eu era metade, você minha gata é meu meio, com nossa junção formamos o inteiro, que é o amor eterno."*
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