gritos quebram a calma
no meio da noite mansa
arrepios gelam as almas
o sono abalo brusco
momentos de apreensão
de onde barulho intruso ?
silêncios questionadores
lamúrias repetidas
clamores perturbadores
acordados melindrosos
olhares sob cortinas
em altas horas medrosos
de onde viriam os lamentos
secos sofridos angustiados
lentos e insistentes tormentos ?
passado o susto recuam cômodos
ecoam inúteis os pedidos
retraem-se todos de incômodos
luzes se apagam indiferentes
janelas fecham sonolentas
surdos apelos estridentes...
...a nós restam apenas os apelos íntimos...
Um comentário:
Amigo, lisonjeia-me ver meus trabalhos selecionados neste espaço, obrigado por gostar do que escrevo.
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abraços
Ediloy A.C.Ferraro
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