quarta-feira, 4 de março de 2009

O último poema - Manuel Bandeira

                 Assim eu quereria o meu último poema.
                Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
                Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
                Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
                A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
                A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
                 
                ( Manuel Bandeira)

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MAGGIE

MAGGIE
Esta é minha linda filha.